domingo, 15 de maio de 2011

Changing, Changing.

E lá no fundo, depois que a maré baixa e as águas retornam para a grandeza do oceano é que descobrimos como tudo pode ser incerto, e como no coração descobre-se que ainda há coisas sobre nós que nem nós mesmo conhecemos, que nem nós mesmo sabemos que temos ou somos e são essas coisas que mudam nossas vidas. Defini, depois dessa merda de pensamento que ninguem vai ler, que nossas vidas são meras mudanças, que oscliam num gráfico estupidamente correto e cronometrado em nossa vida, hora alto com picos imensos, hora baixo formando barrigas e bolsas que nos afogam em depressão. Mas são todas malditas mudanças que nos impedem de parmanecermos onde estamos quando nos sentimos bem, quando temos nosso 'ponto de equilíbrio". São pessoas que se vão, são momentos que se esvaiem, são canções que deixam de ser cantadas, são poemas esquecidos no meio de um livro empoeirado, são mimicas que não fazem mais sentido, são minhas palavras que já não tem nenhuma razão, são memórias que se borram e como numa aquarela se juntam e fazem dos melhores momentos de nossa vida apenas lembranças de uma mudança que jamais poderá voltar. Mas há fé, deve haver fé, pra que mudanças parecidas ocorram, para que mudanças parecidas sejam frequentes e não torcer para que tudo se repita mas sim que se renove, como uma lesma cortada ou meio, como o rabo de uma lagartixa, não idêntico mais sim utilmente agradável mais uma vez.

sábado, 19 de março de 2011

Amigos nunca dizem adeus, apenas dizem até logo.

  Eu sempre tive uma vida solitária, poucos amigos, poucos sorrisos. Houveram vezes em que apenas meu querido café e as páginas dos livros eram minha companhia, mas mesmo assim me mantive em pé. Nessa vida solitária passei por inúmeros altos e baixos, como e uma montanha russa desgovernada até uma simples e calma subida na colina para apreciar o nascer do sol, hora subida calma, hora descida revolta. Momentos em que simples e inocentes palavras obtinham inúmeros significados e as burrice era quem dominava os pensamentos. Uma vida solitária, um túnel que no fim das contas tinha um pequeno pingo de luz lá no horizonte, horizonte esses que aos pouco alcancei e quando me dei conta não estava mais só.
  Essa parte da minha vida chama-se amadurecimento, e então passei a ver o quão importante é ter pessoas ao nosso lado. Dei valor e recebi valores, isso foi bom. E então, uma palavrinha que eu conhecia mais das revistas e da TV, das séries e de toda a bobagem que faz agente perder tempo na vida começou a fazer sentido, a simples e mais complexa amizade. Fiz amigos, na verdade não, não os fiz, eles apenas surgiram como um lapso de esperança e ânimo, onde as conversas sozinho no meu quarto, questionamentos e questões dos livros ficaram no passado, afinal agora tinha quem me ouvisse. Enfim, fiz amigos, na verdade não fiz amigos, fiz mais que amigos, foram os poucos que realmente valeram apena. Fiz irmãos, infelizmente não de sangue mas é como se fossem. Caras e Garotas com quem dividi os melhores momentos da minha vida, desde simples piadas antigas que ganhavam um novo sentido até as lágrima que rolam do nosso rosto pelas máguas cotidianas.  Com quem dividimos os lanches quando um deles não levou dinheiro pra escola, com quem aprendemos que um garrafa de bebida é perigosa e causa sérios danos. Com os quais lá de vez enquando chamamos a galera, pegamos a estrada e vamos pra praia, parando em degrais de escada ao amanhacer só pra ver o sol tocar o mar, com latinhas de refrigerante nas mãos e um música que se encaixa perfeitamente no momento. Amigos, lado a lado na cidade ou na praia, nas entrigas ou nas festas, não só amigos, mas como eu disse, irmãos . Essas são umas das memórias que misturei no café dessa noite. 
  Mas o incrível mesmo, é o que chaplin disse, que "cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós", é isso que ocorreu em minha vida, e hoje, pra ser sincero é com lágrimas nos olhos que escrevo pela despedida de alguns amigos, que passaram sozinhos mas não vão só, e nem nos deixaram sozinhos, porque levaram um pouco de mim assim como deixaram um pouco de si, experiências, risos, choros e desavenças ficam, mas na verdade o que vai valer a pena no final das contas são os comprimentos e as despedidas, porque entre as duas nós crescemos, trocamos informações e pedaços que no fim montam esse imenso e injusto quebra-cabeça, que leva boas pessoas pra longe de nós, que se chama vida.


Saibam que sempre estarei torcendo por vocês, porque vocês me ensinaram isso companheiros, que a distância e a amizade se completam, que são duas faces da mesma moeda e não coisas distintas, e é nisso que acredito hoje.


A vocês e a todos que chegaram até aqui depois de toda a melosidade do texto o meu muito obrigado.


Abraços e mais do que nunca fiquem bem, Por Saymon Diego.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Se não é amor, me diga o que é então.

  Em meus pensamentos bobos, pus-me a pensar sobre um lugar bom, e imaginei um lugar onde quem sabe os sorrisos fossem a língua universal, onde os abraços fossem a moeda de troca, os carinho e afagos o único trabalho que as pessoas teriam. Os olhares bondosos e amáveis seriam normais, os comprimentos de bom dia, boa tarde e um feliz boa noite fluiria normalmente, naturalmente, como se fosse a ordem natural das coisas. A, nesse lugar fantasiosamente inspirador as namorados seriam mais do que apenas objetos que se beijam e depois voltam a viver suas vidas, lá seriam amigos, companheiros, metades que se juntam no fim das contas, também companheiros, também familia, felizes. E o amor, a o amor, seria como o ar, a gravidade que nos puxaria para o chão, o maestro de todas leis da física, de todos os nomes da história, de todos os processos e sistemas da química... O amor estaria em nós e nós seriamos parte, como uma obra de arte, dele.
Infelizmente, oras bolas, isso jamais seria possível, não nessa realidade, não na sociedade em que estamos contidos, mas pra ser sincero é assim que me sinto quando estou ao lado de quem eu amo, onde coração e coração se unem e fazem de mim um ser completo num mundo totalmente errado. O amar me faz dessas coisas e é por isso que eu amo amar, e principalmente amá-la.
Atenciosamente a todos os leitores mas especialmente à M.P. , com toda a poesia que meu coração pode reter e depois deixar fluir em simples palavras e texto.

Abraços e fiquem bem, por Saymon Diego.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Palavras, as primeiras e burras.

  Dizem que a primeira vez agente nunca esquece, e de fato isso é real, nunca vou esquecer desse primeiro passo no blog, blog esse que eu tenho certeza: vai ajudar pessoas, vai abrir olhos e quem sabe quebrar corações mas sempre contando com as mais puras verdades que meus dedos podem escrever.
  Sei que dirão: "Meu Deus! que cara mais babaca", ou até mesmo coisas piores, mas pra ser sincero eu já não ligo mais pra esse tipo de coisa, afinal, a voz do meu corações vale mais pra mim do que  as críticas passageiras. A, por falar em críticas ... eu adoraria vê-las por aqui, eu convivo com elas, ando de mãos, pernas, braços e pensamentos dados com elas, tomo meu café e vou ao banheiros de tanto que eu as amo, de tanto que elas me fortalecem  me ensinam dia-a-dia o que fazer.
  Tá, falei de críticas, me deixa ver o roteiro ... blablabla ... a sim, se tem críticas tem também elogios e se eu me sinto daquela forma com as críticas, imaginem com os elogios então! Se eu vivo das críticas, o que me faz respirar são os elogios digamos assim, afinal, todos tem ego e eu não sou nenhum alien !
  Fim das apresentações e eu sei que se 3 pessoas lerem o começo apenas 1 vai chegar à essas palavras, e na real querido(a) leitor(a) que chegou até aqui, é para você que eu escrevo, é para você que eu escrevo hoje e vai ser pra você que eu escreverei amanhã, além é claro de tirar do coração algumas angústias e pensamentos, mas no fim das contas é tudo pra você, à quem dedicarei as próximas milhares de letras e palavras sem nenhum esforço, pois se eu amo escrever, amo muito mais servir de conselheiro e amigo com o que escrevo.

Abraços e fiquem bem, Por Saymon Diego.